Eu levo a culpa, até quando a culpa não é minha (=s), tenho duas situações para explicar melhor o que eu quero dizer.
Depois de um Locus Pacis, em NH, fui para casa de um de meus amigos, assim como outros também foram. Lá tinha um chapéu tri massa, que eu usei até ir embora (=D).
Às 3 horas da manhã, liguei para meu pai vim me buscar:
- Pai, vem me busca. Vem aqui no “Jani”? (reparem no que eu disse, eu realmente não tive culpa).
-Tá, to indo aí – respondeu meu pai meio sonolento.
Ele demorou pra caramba, pensei que talvez ele tivesse pegado no sono depois da ligação, mas não foi bem assim que aconteceu.
Meu pai ligou para o celular do meu amigo (o meu celular havia descarregado), e pergunta:
- Aonde tu tá?
-To aonde eu disse, no “Jani”-respondi tranqüilo.
-O que? Tu não disse que tava no “Juninho”?
-Não pai, disse “Jani”.
-Não, não, não! Só tu mesmo, “Jani”, por que não disse “Janilson”, eu entendi “Juni”, pensei que fosse o “Juninho”. Tu é brincadeira.
Bah! Ele pirou comigo (;x). O pior de tudo foi que ele rateou e eu quem levou a culpa.
Outro sábado, depois do Aniversário do Luis Felipe, faz pouco tempo, fomos na casa da Ketlyn, fica lá, e eu fui espera meu pai, expliquei para ele:
-Pai, é na rua da Dani, mas tu entra na Boa Vista, primeira esquerda, e primeira direita, tá?
-Entendi!
Só que ele não tinha entendido porcaria nenhuma (u.u). Bom, minutos depois, ele me liga.
-Vai pra rua pra mim vê aonde tu tá.
-Pai, eu to no meio da rua, o senhor só pode estar no lugar errado.
-Na rua da Dani, não é?
-Sim, mas disse pro senhor entra na Boa Vista e logo dobrar para esquerda e depois para direita.
-Então porque disse que era na rua da Dani?
-Porque é (uéééé)! Desce a lomba.
-Tá, to te vendo.
Assim o pai me buscou, e fico me azucrinando até em casa, confiante de que ele estava com a razão.E assim acaba mais uma de minhas aventuras. Talvez não sejam tão emocionantes, mas que passa por essas situações não é fácil, isso é verdade.
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